O futuro da mobilidade elétrica no Brasil

O futuro da mobilidade elétrica no Brasil

20/12/2019

Neste ano, dois encontros relevantes para o setor de mobilidade elétrica – o Salão de Frankfurt e o C-MOVE – foram palco de conversas e discussões importantes sobre o tema. Palestras abordaram os riscos e as oportunidades das tecnologias, os motivos para investir neste tipo de mobilidade e a construção de negócios rentáveis por meio de parcerias inovadoras.

A infraestrutura do Brasil para os veículos elétricos é uma questão central quando falamos de mobilidade elétrica no país. Desde o Salão de Frankfurt, em setembro, um grupo de montadoras instaladas no Brasil tem conversado com empresas de tecnologia e de energia para definir estratégias de como montar uma rede de abastecimento para carros híbridos ou elétricos por aqui.

O CEO da Volkswagen Brasil, Pablo Di Si, divulgou no Salão de Frankfurt que cinco montadoras estão envolvidas neste projeto – a Volkswagen é uma delas. O executivo contou que uma empresa de tecnologia está centralizando as negociações e será responsável por implementar as ações que estão sendo desenhadas. Já as empresas de energia ficariam responsáveis pelo fornecimento do combustível.

Além da infraestrutura, outros temas importantes estão sendo muito discutidos pelos grupos de interesse no quesito “futuro da mobilidade no país”. Entre os assuntos, damos destaque para:

  • Demanda dos usuários: quais serão as mudanças necessárias e como se preparar para o futuro dos carros elétricos?
  • Como resolver as três questões fundamentais para a mobilidade elétrica: tempo de recarregamento, autonomia e custo dos veículos?
  • Formação e qualificação profissional: a mudança tecnológica trará quais impactos para a engenharia?

Enquanto as discussões acontecem, algumas iniciativas em relação a rede de infraestrutura já acontecem no país e no mundo. Por exemplo, a Volkswagen já está com pré-venda na Europa do hatch elétrico ID.3 e tem planos de trazer outros modelos ao Brasil no fim de 2021.

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